
Não é segredo para ninguém que a forma como o público feminino vem sendo tratado em peças publicitárias evoluiu (muito) nos últimos anos. E, apesar dessa evolução ter sido grande, ainda temos um longo caminho a percorrer. Grandes marcas que anunciam em grandes mídias são cada vez mais cobradas, mas, pequenos empresários e estabelecimentos locais ainda cometem erros grotescos ao lidar com o público feminino de maneira estereotipada em sua comunicação. É importante deixar claro que essa adaptação não se trata de uma inovação ou de uma abordagem diferenciada, mas sim de uma adaptação a realidade atual.
Estudos como “Pretty as a Princess” e outros com resultados exibidos há menos de 5 anos ainda mostravam um resultado que muito influencia nessa divulgação: Princesas da Disney, principalmente as clássicas, auxiliam a espalhar a ideia de que meninas e meninos têm tarefas, comportamentos e objetivos de vida diferentes. Seria mais do que loucura tentar expor nos anos 70 a ideia de uma peça publicitária com uma mulher independente que tomava um belo caneco de cerveja, ou saindo do seu escritório para comprar um carro próprio sem nenhuma ajuda de uma figura masculina e isso acontece também infelizmente e principalmente porque uma peça dessa, há 50 anos atrás, não expressaria uma realidade do consumidor. Mas, se os tempos mudaram porque alguns pequenos empresários ainda se prendem a ideias ultrapassadas para um público tão abrangente?
Existem dois elementos que podem ser os principais fatores de influência:
1- Um dos principais desafios diz respeito ao "equilíbrio" entre os novos conceitos e os clássicos. Ao voltarmos novamente o olhar para as princesas da Disney, vamos perceber que apesar de o mercado rejeitar cada vez mais a ideia da “mulher em perigo na beira da estrada que não consegue trocar um pneu furado”, ainda existe um espaço de mercado por algo mais conservador e vamos deixar de lado aqui qualquer apelo social, lembre-se sempre no foco do lucro do seu negócio. Podemos seguir o exemplo da própria Disney que apesar de apresentar cada vez mais princesas independentes e fora de estereótipos ainda está atenta a venda de “castelos exuberantes” ou “lindos vestidos” e, também pudera, não se pode ser radical com um mercado que lucra US$6 bilhões no ano
2- As atualizações em ferramentas de marketing e publicidade são constantes, mas sem o devido suporte levam anos até serem concretizadas no inconsciente do pequeno empresário – A grande maioria dos pequenos empresários não está ligada nas tendências mercadológicas para divulgações e atrativos, apesar de, muitas vezes, isso acontecer por falta de tempo, não podemos descartar também que alguns parecem “deixar para lá” esse ponto tão importante do sucesso de um negócio.
O caminho para o fim de uma publicidade estereotipada está só no começo, mas o caminho percorrido até aqui mostra que a evolução é constante e que ela não vai parar. Estamos vendo princesas com mais independência, personalidades mais fortes e adaptadas à mulher atual, o seu comercial de cerveja perde cada vez mais espaço quando foca em uma mulher de biquíni. O mercado está mudando e as empresas grandes já estão percebendo isso, a pequena empresa tem que perceber isso antes que seja tarde demais, porque o mercado, sem tirar bruscamente o espaço da Cinderela, abre cada vez mais espaço para Mérida e o seu negócio tem que mudar antes de tomar uma flechada na cabeça. Adapte-se ou morra!
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